Nossa produção musical

Começamos de diferentes formas: cantarolando, fazendo paródias, juntando palavras e melodias, inventando letras. De tanto fazer isso, nos sentimos compositores – mesmo quando aquilo que criamos ainda não parece música.

Nem todo compositor sabe cantar, nem tocar um instrumento. Há quem não tenha voz, afinação, ritmo ou conhecimento para transformar sozinho uma letra em música. E nem sempre há cantores, instrumentistas ou produtores disponíveis – ou recursos para contratá-los.

A IA abriu uma nova possibilidade: transformar uma composição em uma realização musical completa, criando melodia, voz e instrumental. E, às vezes, revela ao próprio compositor o estilo daquilo que ele criou: samba, MPB, sertanejo, forró, funk, rock ou algo que não se encaixe em nenhum deles.

Aqui reunimos diferentes experiências: composições em parceria com IA – inteligência artificial -, com DI – desinteligência artificial – e outros experimentos. Algumas talvez sejam músicas. Outras, talvez não. Mas agora elas podem ser ouvidas.

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Parcerias com IA

Parcerias com IA Escrevo poesias desde os 10, 12 anos, e componho a 12, 10 anos (2025). Se questiono se meus versos escritos são poesia, mais desconfio dos meus versos musicados. Minhas poesias não tem métrica, nem rima, e minhas …
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Parcerias com DI

Parcerias com DI Escrevo poesias desde os 10, 12 anos, e componho a 12, 10 anos (2025). Se questiono se meus versos escritos são poesia, mais desconfio dos meus versos musicados. Minhas poesias não tem métrica, nem rima, e minhas …
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Nosso lixinho musical

Nosso lixinho musical Nem todas as minhas músicas são inteligentes. E a IA é incapaz de mudar isso! Ela até tenta transformar minhas composições em músicas, mas não rola. O som fica até bom, mas o conteúdo não. Assim, chegamos …