Nossa produção musical
Começamos de diferentes formas: cantarolando, fazendo paródias, juntando palavras e melodias, inventando letras. De tanto fazer isso, nos sentimos compositores – mesmo quando aquilo que criamos ainda não parece música.
Nem todo compositor sabe cantar, nem tocar um instrumento. Há quem não tenha voz, afinação, ritmo ou conhecimento para transformar sozinho uma letra em música. E nem sempre há cantores, instrumentistas ou produtores disponíveis – ou recursos para contratá-los.
A IA abriu uma nova possibilidade: transformar uma composição em uma realização musical completa, criando melodia, voz e instrumental. E, às vezes, revela ao próprio compositor o estilo daquilo que ele criou: samba, MPB, sertanejo, forró, funk, rock ou algo que não se encaixe em nenhum deles.
Aqui reunimos diferentes experiências: composições em parceria com IA – inteligência artificial -, com DI – desinteligência artificial – e outros experimentos. Algumas talvez sejam músicas. Outras, talvez não. Mas agora elas podem ser ouvidas.
Aqui reunimos essas experiências em três partes:
- Em “Parcerias com IA”, a inteligência humana e a artificial se encontram, e o resultado soa como música, às vezes até como aquelas que tocam no rádio ou entram em playlists.
- Em “Parcerias com DI”, o encontro não acontece: falha a humana ou falha a artificial, e o resultado fica estranho, mas não necessariamente ruim.
- E em “Nosso lixinho musical” está o que não tem inteligência nenhuma, nem humana nem artificial, e só continua existindo porque não conseguimos jogar fora.
Algumas talvez sejam músicas. Outras, talvez não. Mas agora elas podem ser ouvidas.
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