Artigos com pé, sem cabeça
Uma notícia, um programa de televisão, uma conversa, um fato do dia a dia. Às vezes é o bastante para começar um artigo. O assunto pode ser grande ou pequeno, sério ou banal. O que importa é encontrar alguma coisa que mereça ser pensada, questionada ou simplesmente dita.
Há textos que nascem de compromissos, daqueles que se firmam na virada de ano: escrever com regularidade, qualidade e forma. Outros surgem sem prazo, sem obrigação e sem compromisso com formato, apenas pelo prazer de escrever.
Não esperem grandes análises ou conclusões definitivas. Os temas são variados, meio sem pé nem cabeça: o preço do frango no mercado, a violência, a televisão, o telemarketing, a escola, o metrô lotado. Assuntos grandes e pequenos, sérios e banais, tratados sem muita cerimônia e sem a pretensão de esgotar nenhum deles.
Para dar alguma coerência a este projeto, os artigos estão agrupados por semelhanças temáticas e não por ordem cronológica. Eles foram escritos entre 2006 e 2011 e são apresentados aqui como registro de um exercício de escrita que gerou bons e maus resultados.
Ficaram de fora os textos muito presos à política do momento e os temas que perderam relevância.
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