Nossa produção em prosa e verso
Começamos a escrever em idades, por razões e por caminhos diferentes. Mas há algo em comum entre escritores principiantes ou experientes: a necessidade de colocar em palavras coisas que não encontram outra forma de expressão.
Para alguns, a poesia é o começo, de onde se parte para textos e aventuras maiores. Para outros, vêm primeiro os artigos, as crônicas ou os contos. Uma história leva a outra, um estilo abre caminho para outros. E o maior desafio talvez seja o romance: longo, complexo, com vários personagens e tramas que se cruzam.
Muitas histórias nascem e são registradas no ônibus, no metrô, em um café, em qualquer intervalo em que uma ideia apareça e não possa esperar. Outras demandam sentar diante do notebook, planejar, escrever, reescrever e revisar. Algumas nunca chegam ao fim.
Não importa se escrevemos para os outros ou para nós mesmos. Escrever é evoluir, experimentar, mudar, abandonar e retomar. Pode ser uma conquista, uma forma de autoconhecimento ou simplesmente um jeito de dar vazão ao que precisa ser dito.
Algumas coisas ficam guardadas, outras se perdem. Algumas chegaram até aqui.
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