Nosso lixinho musical

Nosso lixinho musical

Nosso lixinho musical

Nem todas as minhas músicas são inteligentes. E a IA é incapaz de mudar isso! Ela até tenta transformar minhas composições em músicas, mas não rola. O som fica até bom, mas o conteúdo não.

Assim, chegamos ao “Meu lixinho musical”! Eu tenho noção de quão “ponto fora da curva” sou, em relação a qualidade e temática do que produzo. Por isso criei esta divisão aqui no site. Ela apresenta as mesmas identificações de estilo ou falta de estilo apresentadas em “Aloísio + IA”, mas a esquisitice é tanta que as pessoas precisam ser alertadas…

Já joguei e jogo muita coisa que penso e/ou produzo fora, mas tenho grande dificuldade em fazer isso. Eu gosto muito de meus textos e minhas músicas. E, às vezes por causa de uma única frase ou uma ideia diferente, não consigo me desapegar… No mundo real, tenho uma pilha de papéis e cadernos de notas, que sei que nem valem a pena digitalizar. No digital, tenho outras lixeiras, além dessa.

Aqui, em “Meu lixinho musical”, provavelmente estão as coisas que deveria ter vergonha de mostrar. Mas não tenho.


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■ Músicas com cabeça
(Quase MPB/POP, Quase sertanejo/forró, Quase samba, Quase rap/funk, Quase rock)
■ Músicas sem cabeça
(Quase MPB/POP, Quase sertanejo/forró, Quase samba, Quase rap/funk, Quase rock)
■ Besteirol – #Perdão
■ Infantil – #SóQueNão


Músicas com cabeça

Na batida

É na batida da bateria
No ritmo da percussão
O artista vai ganhando a vida
Dedilhando o violão

É na batida
É na batida da bateria
É na batida
No ritmo da percussão

Somando-se vem
Guitarra, baixo, bateria
Só falta ela, senhora
Dona da situação

É na batida
É na batida da bateria
É na batida
No ritmo da percussão

Voz aguda
Voz arrastada
Voz grave
Voz de arrastão

À cada um
Sua melodia leva
Arrastando
Uma multidão

É na batida
É na batida da bateria
É na batida
No ritmo da percussão

Amplificando
O amplificador
Fazendo brotar alegria
Despertar o amor

A música tem dó
Mas não tem dono
A noite não pede
A sua permissão

É na batida
É na batida da bateria
É na batida
No ritmo da percussão

O ambiente de som
Se forma
Transforma, transborda
A ilusão

Tudo é único
Tudo é possível
É na batida
Do coração

É na batida
É na batida do coração

Oh, chuva

Beleza

De menina a mulher

Venturas e desventuras

Deixe de lamúrias

Quando acordar, te conto

Quer saber?

Sessão da tarde

Sessão da tarde

O que podemos ser

Temperamental

Eu queria poder

Quem fui aqui

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Músicas sem cabeça

Manutenção

Estou fechado
Para manutenção
Para reparar
Meu pobre coração

Desde que Manú me deixou
Ele está só na pressão
Bate, bate descompassado
Quase me deixa na mão

E…
Eu…
A… qui…
Sem…
Sa… ber…
Por… quê…

Manú, que tensão toda é essa?
Ontem mesmo parecia tudo bem!
Meu coração, tá faltando uma peça
Tá faltando você, Manú, vem…

E…
Eu…
A… qui…
Sem…
Sa… ber…
Por… quê…

Manú…
Manú…
– Por quê, Manú, toda essa tensão?
Manú… tensão

Você e eu

Domingo

Amargadura

O Tal

Agora é lei

Brasil

O velho capitão

Um prego na parede

Vazio existencial

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Besteirol – #Perdão

Besteirol – #Perdão

Lobos vermelhos

Não saia de saia na sexta
não saia de saia na sexta
na sexta é dia do lobo uivar
na sexta é dia do lobo uivar
auuuuuuuuuuu…

Foi numa sexta-feira
que chapeuzinho saiu pra levar
uma cesta repleta de doces
pra vovozinha alegrar

Vestia uma capa vermelha
com capuz pra se proteger
do sol, do frio e da chuva
essa a origem do seu apelido

Não saia de saia na sexta
não saia de saia na sexta
na sexta é dia do lobo uivar
na sexta é dia do lobo uivar

Mas a história que a história conta
não tem a ver com a realidade
não era a cesta repleta de doces
que o lobo mal desejava

Por baixo da capa vermelha
uma minissaia chapeuzinho usava
e por ver as suas pernas de fora
é que o lobo tarado uivava

Não saia de saia na sexta
não saia de saia na sexta
na sexta é dia do lobo uivar
na sexta é dia do lobo uivar
auuuuuuuuuuu…

Para encurtar essa história
deixemos de lado a vovozinha
e mesmo o lenhador não merece
aqui mais do que uma linha

Foi em uma curva da estrada
que o lobo abordou chapeuzinho
com os seus olhos arregalados
e cheio de baba o focinho

Não saia de saia na sexta
não saia de saia na sexta
na sexta é dia do lobo uivar
na sexta é dia do lobo uivar

E nunca mais se teve na vila
notícias de chapeuzinho
e tampouco do lobo mal
que vivia no bosque sozinho

Mas dizem as más línguas de lá
que os dois se amigaram
e uma ninhada de lobos vermelhos
surgiu na floresta a uivar
e uma ninhada de lobos vermelhos
surgiu na floresta a uivar

Não saia de saia na sexta
não saia de saia na sexta
na sexta é dia do lobo uivar
na sexta é dia do lobo uivar
auuuuuuuuuuu…

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Zumbizolandia

Na Zumbizolandia
Que lugar é esse?
Na Zumbizolandia

Na Zumbizolandia
Todo mundo é igual
Não existe belo ou feio
Defeituoso ou normal
Na zumbizolandia

Na Zumbizolandia
Mesmo não tendo pernas
Braços ou metade da cabeça
Seja morto vivo
Ou já morto de dar dó
Na Zumbizolandia

Ei,
O que vocês estão fazendo?
O que vocês estão querendo?
Não…
Me soltem…
Socorro!
Ah…

Na Zumbizolandia
Também é o seu lugar
Não erre o caminho
Entrou, tem que ficar
Na Zumbizolandia
Ah…

Na Zumbizolandia
Não existe bem ou mal
Na Zumbizolandia
Só o desejo de comer
Só o desejo de comer
Só o desejo de comer

Socorro!
Alguém me ajuda!

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Globaquisição

Tênis da moda, sem meia, bermudão
Camisa, relógio e anel na mão
Cabelo espetado, óculos Hey Bom
Ai,pode? e celular falsificados

No bolso, não tem um tostão
Mas ginga, sobra de montão

É a tal da globaqui…
É a tal da globali…
É a tal da globalização

É a tal da globali…
É a tal da globaqui…
É a tal da globaquisição

Não deu para o original
Compra no mercadão
Não deu pro McDonald’s
Vai de podrão

O importante é a globalização

Todo mundo quer os mesmos bens
Mas nem todo mundo pode comprar
É um merchandising ali, uma propaganda aqui
E tem que se consolar com a falsificação

O importante é a globaquisição

Ou, para ter
– Perdeu playboy!

É a tal da globaqui…
É a tal da globali…
É a tal da globalização

É a tal da globali…
É a tal da globaqui…
É a tal da globaquisição

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Hey bom

Hey bom
Esse óculos escuro é bacana
Última moda lá na Uruguaiana
Hey bom
A estampa da sua camisa é legal
Outro dia vi numa loja de grife igual
Hey bom
Bate um fio pra mim
Pode ligar a cobrar
Hey bom
Não perde a hora
Confere no Swatch de camelô
Para não se atrasar
Hey bom
Você é o bom
Você é o bom
Você…
É…
O bom…
O bom…
Você é…
Quase um Ray-Ban

Hey bom
Ostenta pulseira de ouro dos trouxas
Colar de pedra que brilha, mas não tem valor
Hey bom…
Penteia o cabelo espetado
Capricha no look, hoje o dia é irado
Vai sair com sua menina
Você é o bom
Você é o bom
Você…
É…
O bom…
O bom…
Você é…
Quase um Ray-Ban

Você é quase quase um…
Você é quase quase um…
Quase quase um Ray-Ban

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Lado A, lado B

Bonitinha, cheirosinha
Dengosinha, gostosinha
Você, é tudo de bom assim
Você, é tudo de bom assim

Saidinha, safadinha
Cafajeste, ordinária
Você, é tudo de ruim assim
Você, é tudo de ruim assim

Quando eu comprei o seu lado A
Desconhecia o seu lado B
Na minha frente você era santa
Pelas costas mandava ver

Lado A, lado B
Lado A, lado B
O coração não sente
O que os olhos não vê

Bonitinha, cheirosinha
Dengosinha, gostosinha
Você, é tudo de bom assim
Você, é tudo de bom assim

Ô menina, faz assim
Faz assim, faz assim
Ô menina, faz isso não
Faz isso não, faz isso não

Saidinha, safadinha
Cafajeste, ordinária
Você, é tudo de ruim assim
Você, é tudo de ruim assim

Lado A, lado B
Lado A, lado B
O coração não sente
O que os olhos não vê

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Old sex pistol

Old sex pistol
Old sex pistol

A era do faroeste acabou
O pistoleiro aposentou sua arma
Ele já não saca ela do coldre
Não dá mais dois, três, quatro tiros de uma vez

Old sex pistol
Old sex pistol

Sua mão já não é a mesma
Mesmo só, a deixa na mão
E quando outra mão toca sua arma
Ela dispara sem intenção

Old sex pistol
Old sex pistol

O velho pistoleiro comprou uma fazenda
Onde cria gado e tem plantação
A esposa do caseiro está lhe dando condição
Mas, na sua condição….
Ele teme mais o caseiro do que deseja satisfação

Old sex pistol
Old sex pistol

O velho pistoleiro aposentou a sua arma
Ele vive isolado em sua fazenda
Onde a justiça não chega
Nem filhos bastardos pedindo pensão
Nem ex-amores querendo mais
Nem maridos ainda velozes e furiosos

Old sex pistol
Old sex pistol
Old sex pistol

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Don’t Funk (ou Funk do cinquentão)

Me chamou
Para cozinha
Pra fazer docinho
Me botou
Sobre a mesa
E começou a socar

Soca, soca
Soca, soca
Soca, soca
Soca o amendoim
Até virar paçoca

Me chamou
Para a sala
Pra assistir
Filme no GatoNet
A mão boba
Não parava
Para lá e para cá

Troca, troca
Troca, troca
Troca, troca
Troca de canal
Até a TV pifar

Me chamou
Pro banheiro
E eu fui toda saliente
Botou o cabo
Na minha mão
Estava ficando quente

Varre, varre
Varre, varre
Varre, varre
Varre a sujeira
Pra debaixo do tapete

Me chamou
Para ir pra cama
Eu disse: demorou
O dia todo
Me fez de empregada
Agora vai me dar valor

Ronca, ronca
Ronca, ronca
Ronca, ronca
Ronca filho da puta
Na hora H ele brochou

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Descaradamente

Eu sempre acreditei
Em tudo que você dizia
Palavra por palavra
Em suas juras de amor

Embora muitos já
Tivessem me alertado
Sobre você
E seu blá-blá-blá

– Blerg!

Foi preciso ver
Com meus próprios olhos
Você e outro alguém
Para entender que você…

Mente para mim
Descaradamente
Mente para mim
Descaradamente
Mente, mente, mente
Para mim
Descaradamente

Só então percebi
Como errei em acreditar
Em todas suas histórias
E agora sei que você…

Mente para mim
Descaradamente
Mente para mim
Descaradamente
Mente, mente, mente
Para mim
Descaradamente

Você era… é… o amor da minha vida
A nossa vida era… é… perfeita
E agora o que eu faço
Com esse sentimento?

Que ainda é capaz
De te perdoar…

Minto para mim
Descaradamente
Minto para mim
Descaradamente
Minto, minto, minto
Para mim
Fingindo que você não mente

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Bem ou mal me quer

Perguntei para Margarida
Se ela me ama ou não
Mas ela não soube responder
Perguntei para Rosa
Se ela me ama ou não
Mas ela não soube responder
Perguntei para Acássia
Para Dália, Violeta e até ao Cravo
Se ela me ama ou não
Mas as flores não
Souberam responder
Até ameacei lhes arrancar
As pétalas
Desfolhando bem me quer
Desfolhando mal me quer
Mas a minha curiosidade não
Foi maior do que o meu
Instinto ecológico
Talvez seja melhor eu perguntar
Para Rosângela
Talvez seja melhor eu desfolhar
… Rosângela
Bem me quer ou mal me quer
Bem me quer ou mal me quer
… Rosângela

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Reticências

Tatuei o seu nome no meu braço
Junto a Rita, Juliana e Raquel
Isabela, Rosa, Cristiane
Gerlane escrito com “J”
E um riscão, amor que não vingou

Ornamentei ele com um coração
Flores e juras de amor
Ocupando do antebraço à mão
Não deixando lugar para mais nomes
Só para uma reticências…

Eu não sei Vanessa
Se você será o meu
Melhor ou último amor

Eu não sei Mônica
Eu não posso prometer
Mas juro me esforçar

Tatuei o seu nome no meu peito
Em minha perna, minhas costas e meu pé
Atrás da orelha e até na minha testa
Já não tem mais onde tatuar

Tatuei ele em fontes diferentes
Caixa alta, caixa baixa e azul
Verde, amarelo e vermelho
Já não existe mais forma de tatuar

Eu não sei Bruna
Se você será o meu
Melhor ou último amor

Eu não sei Shirlei
Eu não posso prometer
Mas juro me esforçar

Tatuei o seu nome no meu braço
Junto a Silvia, Tatiana e Monique
Margarida, Vera, Cristiane
Raimunda, que era toda bela
E um riscão, antes da reticências

Eu não sei Rosângela
Se você será o meu
Melhor ou último amor

Eu não sei Priscila
Eu não posso prometer
Mas juro me esforçar

Eu não sei Joana, minha joaninha
Eu não sei Joaninha… voou

Voou
Já não tem mais onde tatuar

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A fome era tanta

Hoje de manhã
Eu acordei cheio de fome
Com vontade de comer
Banana, pão de queijo e Juliana
Carolina e biscoito goiabinha
E uma fatia de torta de maçã

A fome era tanta
A fome era tanta
E eu comi
A fome era tanta
A fome era tanta
A fome era tanta
E eu comi

Na hora do almoço
Pedi uma salada de entrada
Lasanha como prato principal
Ainda com fome
Belisquei a garçonete
E depois de Rita tomei um café

A fome era tanta
A fome era tanta
E eu comi
A fome era tanta
A fome era tanta
A fome era tanta
E eu comi

No lanche da tarde
Encarei os restos da geladeira
Ainda insatisfeito
Eu fui pra rua procurar
Um fast food, uma fast foda
Pastel, croquete e Beatriz

A fome era tanta
A fome era tanta
E eu comi
A fome era tanta
A fome era tanta
A fome era tanta
E eu comi

À noite uma pizza família
Sopa de cebola e Catarina
Me senti meio enjoado
E tomei um Epocler
Ainda assim comi a Isabela
E lambi o sorvete da Raquel

A fome era tanta
A fome era tanta
E eu comi
A fome era tanta
A fome era tanta
A fome era tanta
E eu comi

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Faminto de você

Eu tô, que tô, que tô
Eu tô faminto de você
E não venha com feijoada, não
Eu quero é devorar você

Eu tô, que tô, que tô
Eu tô faminto de você
E não venha com lasanha, não
Eu quero é devorar você

Eu vou botar você sobre a mesa
Temperar com azeite de dendê
Eu vou botar você sobre a mesa
Uma pitadinha de sal
E pimenta para aquecer

Eu tô, que tô, que tô
Eu tô faminto de você
Eu tô, que tô, que tô
Eu tô faminto de você

Eu vou subir sobre a mesa
Eu vou subir sobre a mesa
Eu vou subir sobre a mesa
Eu vou devorar você

Eu tô, que tô, que tô
Eu tô faminto de você
Eu tô, que tô, que tô
Eu tô faminto de você

E depois de devorar você
Dos pés à cabeça
Eu vou partir para a sobremesa
Que também é… você

Eu tô, que tô, que tô
Eu tô faminto de você
Eu tô, que tô, que tô
Eu tô faminto de você

E não venha falar de etiqueta, não
Papo de dieta, comida vegana
E não venha com talher de prata, não
Com hashi de comida japonesa

– Você é orgânica
E é com o meu pauzinho mesmo que… Ops!
É com o meu mesmo… Ops!
Que eu vou devorar você

Eu tô, que tô, que tô
Eu tô faminto de você
Eu tô, que tô, que tô
Eu tô faminto de você

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Baba, baby

Você fala demais sobre sexo
Mas nem sempre tem nexo
Me cansei desse seu sexo oral

Na hora de calar a boca e mandar ver, você não quer
Só quer que eu cole a minha boca pra te satisfazer

Seu sexo oral tem muito blá, blá, blá
Baby
Sexo oral não tem blá, blá, blá
Sexo oral tem é baba

Então, cala logo sua boca e baba
Baba, baba, baby
Baba, baba, baby

Só quer ganhar, não quer dar
Só quer gozar, não quer fazer gozar
Blá, blá, blá, blá, blá

Então, cala logo sua boca e baba
Baba, baba, baby
Baba, baba, baby

Me cansei desse seu sexo oral
Garoto, vê se cresce
Chega desse blá, blá, blá

Então, cala sua boca e baba
Baba, baba, baby
Baba, baba, baby

Antes que eu resolva
Lhe fazer um anal

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Até tu

Quando não tem pica
Eu toco siririca
Quando não tem buceta
Eu toco uma punheta
Quando não tem peito
Eu lambo do mesmo jeito
Mas todo mundo tem cu
Depois eu lavo as mãos

Sexo é gostoso e quentinho
As vezes com pegada
As vezes com carinho
Seja rapidinho ou bem devagar
É bom demais
Que seja até gozar

Quando não tem amor
Eu troco por tesão
Quando não tem ninguém
Eu toco por ilusão
Quando não tem carro, casa ou motel
Tem sempre um cantinho
O mais importante é que todo mundo tem…
Até tu…
Depois eu lavo as mãos

Sexo tem sabor e tem cheirinho
As vezes gritos
As vezes sussurros bem baixinhos
Seja de olhos abertos ou não
Sexo é bom demais
Até com a mão
Nheco, nheco, nheco
Nheco, nheco, ah…
Chuá, chuá

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Feliz Natal

As mães também viram cactos no natal
As mães também viram cactos no natal
As mães também viram cactos no natal
As mães
também
viram
cactos
no
natal
ho, ho, ho, ho, ho
no natal
ho, ho, ho, ho, ho
mamãe…
As mães também viram cactos no natal
As mães também viram cactos no natal
As mães também viram cactos no natal
As mães
também
viram
cactos
no
natal
ho, ho, ho, ho, ho
no natal
ho, ho, ho, ho, ho
mamãe…
Com bolinhas coloridas e lacinhos
anjinhos
bonecos de neve
papai…
cuidado…
com o dedo…
furou
sangue espalhado pela sala
furou
sangue espalhado pela sala
mamãe

Obs.: Perdão mamãe… É só uma frase engraçada!

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Infantil – #SóQueNão

Amarelinha – Projeto “Brincadeiras de rua”

A borboleta passou
amarela pela janela
forçando a minha vista para fora
céu azul, arvores verdes, terra batida
à frente a vida
tão boa de percorrer

Feito criança correndo
atrás de qualquer sonho ou desafio
brincadeira com amigos ou só
amarelinha riscada no chão
o caminho leva ao céu
atire a pedrinha, preste atenção

De um a três em linha reta
pulando de casa em casa
em um pé só
quatro, cinco, pisa com os dois pés
seis, sete e oito, nove e chegou ao céu
chegou ao céu, bateu, voltou

Não esqueça de pular os desafios
as pedras no caminho
mesmo para as crianças estão lá
rá, rá, rá, rá, rá
todos vão rir se você errar
rá, rá, rá, rá, rá
todos vão rir se você errar

Sorrindo
sorrindo
sorrindo
gargalhando

Atira a pedrinha
pula de casa em casa
ou de duas em duas
até chegar ao céu

Sorrindo
sorrindo
sorrindo
gargalhando

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Pião – Projeto “Brincadeiras de rua”

Roda pião
Na terra batida
Roda pião
Na palma da mão
Roda pião
No quintal ou na rua
Roda pião
Roda pião
Roda pião

Roda pião
As crianças em roda
Roda pião
Os adultos também
Roda pião
Todos aguardam
Roda pião
Roda pião
Roda pião

Roda pião
De madeira, com prego na ponta
Roda pião
De metal e luzinha piscante
Roda pião
De plástico, engrenagem ou pilha
Roda pião
Roda pião
Roda pião

Enrola a corda ao redor e atira
Ao chão pro pião rodar
Da corda na roldana do troço
Ou aperta o botão pra disparar
Roda pião
Roda pião
Roda pião

Tradição passada de pai pra filho
De avó pra neta
De irmão para irmão
Seja adulto, jovem ou criança
Não há quem não se encante
Com o rodar do pião

Roda pião
Roda pião
Roda pião

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Corda – Projeto “Brincadeiras de rua”

Pula a corda
Pula, pula
Em um pé só
Pula a corda
Pula, pula
Com os dois pés
Pula a corda
Pula, pula, pula
Acelerando
Pula a corda
Pula
Devagar

Pula a corda
Pula pra frente
Pula pra trás
Pula a corda
Pula sozinho
Ou com alguém mais
Pula, pula, pula
Cruzando a corda
Com duas cordas ou mais
Pula, pula, pula
Para se divertir
Ou para competir

Pula a corda
Pula, pula
Estala a corda no chão
Pula a corda
Pula, pula
Tirando um raspão
Pula a corda
Pula, pula
Vem você também pular
Pula a corda
Pula, pula
Sem ter medo de errar

Pula, pula, pula

Pula a corda
Pula, pula
Em um pé só
Com os dois pés
Pula a corda
Pula, pula
Pula pra frente
Pula pra trás
Pula a corda
Pula, pula
Vem você também pular
Pula a corda
Pula, pula
Sem ter medo de errar

Pula, pula, pula

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Piques – Projeto “Brincadeiras de rua”

Pique tá comigo
Pique tá com você
Pique bandeirinha
Polícia e ladrão

Pique esconde esconde
Meus pintinhos venham cá
1, 2, 3, estátua
Cabra cega vai te pegar

É bom brincar de pique
Correr pra lá e pra cá
E em cada brincadeira
Ver algo novo se revelar

É bom brincar de pique
Correr pra lá e pra cá
E em cada brincadeira
Ver algo novo se revelar

Pique tá comigo
Pique tá com você
Isso pouco importa
Ninguém joga pra vencer

Pique bandeirinha
Polícia e ladrão
Se a gente não brincar junto
Não tem brincadeira não

É bom brincar de pique
Correr pra lá e pra cá
Pique esconde esconde
Meus pintinhos venham cá

E em cada brincadeira
Ver algo novo se revelar
1, 2, 3, estátua
Cabra cega vai te pegar

É bom brincar de pique
Correr pra lá e pra cá
Pique esconde esconde
Meus pintinhos venham cá

E em cada brincadeira
Ver algo novo se revelar
1, 2, 3, estátua
Cabra cega vai te pegar

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Roda – Projeto “Brincadeiras de rua”

Roda, roda
Roda a roda
Roda, roda
Para lá e para cá
Entre na roda
Para rodar
Roda, roda
Eu e você
Roda, roda
Quem vai querer
Quanto mais gente
Na roda
Maior a roda
Mais vai rodar
Roda, roda
Roda a roda
Roda, roda
Para lá e para cá
Entre na roda
Para rodar
Roda, roda
Eu e você
Roda, roda
Quem vai querer
Brincar de roda
Quanto mais gente
Na roda
Maior a roda
Mais vai rodar
Roda, roda
Mundo a rodar
Roda, roda
Vida a rodar
Roda, roda
Dias e noites
Roda, roda
Roda, roda
Eu
e você

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Pipa – Projeto “Brincadeiras de rua”

Toma distância
Estica a linha
Aponta a pipa pro céu
E espera o vento soprar

Toma distância
Estica a linha
Aponta a pipa pro céu
E começa a correr

Para fazer a pipa precisa
De bambu, corda, cola e papel
Para empinar a pipa precisa
De espaço e azul no céu

Toma distância
Estica a linha
Aponta a pipa pro céu

Olha que dia bonito
Tá cheio de pipas no ar
O céu está tão colorido
Só falta a minha pipa a plainar

Toma distância
Estica a linha
Aponta a pipa pro céu

Eu tenho pressa e o vento não sopra
Eu corro para a pipa empinar
Eu tenho pressa e o vento não sopra
Eu corro para a pipa empinar

Eu corro para a pipa empinar
Eu corro para a pipa empinar
Eu corro para a pipa empinar

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Cinco Marias – Projeto “Brincadeiras de rua”

Atira a Maria pro alto
Pega a segunda Maria e não deixa
Nenhuma Maria cair
Atira a Maria pro alto
Pega a terceira Maria e não deixa
Nenhuma Maria cair
Atira a Maria pro alto
Pega a quarta Maria e não deixa
Nenhuma Maria cair
Atira a Maria pro alto
Pega a quinta Maria e não deixa
Nenhuma Maria cair

Para brincar de Cinco Marias precisa
De cinco saquinhos de areia
Mas com cinco pedrinhas já é possível
Brincar de Cinco Marias

Atira as cinco Marias no chão
Escolhe uma e arremessa pro ar
Enquanto uma Maria voa
As outras Marias se põe a catar

Atira uma Maria pro alto
Pega de duas em duas Marias
Atira uma Maria pro alto
Pega uma, pega três Marias
Atira uma Maria pro alto
E pega as quatro Marias de uma só vez…

Não deixe nenhuma Maria cair
Não deixe nenhuma Maria cair
Não deixe nenhuma Maria cair

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Instrumental

Eu não tenho nenhum conhecimento musical para compor uma música instrumental. Sequer para formular um prompt consistente para o Suno criar uma música instrumental. E eu nunca pensei em fazer esse pedido… Mas, de vez em quando, provavelmente por um bug do aplicativo, coloco uma composição minha para musicar e o aplicativo gera um instrumental de quatro, cinco minutos, inspirado na minha letra, mas sem nenhum vocal.

Algumas dessas músicas instrumentais são muito boas. Tem originalidade e qualidade surpreendentes. Depois de descartar diversas, com sentimento de pesar, resolvi guardar os melhores registros. Pois, embora eles tenham muito pouco de mim, são resultado de uma interpretação equivocada de uma composição minha. Talvez sejam só IA ou DI, sei lá… Mas gostaria de pensar que talvez exista um pouquinho de mim nessas músicas instrumentais também!

As músicas que apresento a seguir são a expressão máxima da IA (Inteligência Artificial) sendo DA (Desinteligência Artificial). São meu bug musical!

Instrumental 1

Instrumental 2

Instrumental 3

Instrumental 4

Instrumental 5

Instrumental 6

Instrumental 7

Instrumental 8

Instrumental 9

Instrumental 10

Instrumental 11

Instrumental 12

Instrumental 13

Instrumental 14

Instrumental 15

Instrumental 16

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Eu solto a minha voz (música autobiográfica)

Quem canta
Os males espanta
Quando eu canto
Eu espanto até os bons

A minha voz
É desafinada
Descompasso no compasso
Isso nem é o pior

Meu ritmo
É desritimado
Quando esqueço a letra
Canto, mesmo errado

Os amigos
Vão saindo de fininho
Os vizinhos interfonam
Para reclamar

Já fiz aula de canto
Ensaio no banheiro
Mas no karaokê só levo zero
Minha namorada deu no pé

Mas, não quero nem saber

Quando escuto de longe
Uma musiquinha
Eu solto a minha voz
Não gostou, vai se foder!

Quando lembro
Da letra só o refrão
Eu solto a minha voz
Não gostou, vai se foder!

Quando estou
Triste ou alegre, tanto faz
Eu solto a minha voz
Não gostou, vai se foder!

E até mesmo
Cagando no banheiro
Eu solto a minha voz
Não gostou, vai se foder!

Não quero nem saber
Não gostou, vai se foder!

Galo cantou

Preguiça

Anoitecer

Rapunzel

É big, é hora, parabéns

O Natal já era

O Natal fodeu (ou o Natal do catador)

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Infantil – #SóQueNão

Haja sorrisos

Papai, mamãe
Avôs, vovós
tios, titias
Tantos primos pra brincar

Vizinhos, porteiros
Baleiros, jornaleiros
Curiosos, vendedores
De bolinhas pra soprar

As tias do colégio
O motorista do transporte
Os amigos da pracinha
E também os virtuais

Haja sorrisos pra sorrir
Haja amor pra partilhar
Eu sei que vou crescer
Com todos que cruzar

Eu sei que vou crescer
Com todos que cruzar

Mamãe, papai
Vovós. avôs
Titias, tios
Rá, rá, rá

O Mickey Mouse do parquinho
A Bela Adormecida do teatro
Os atores da tevê
Os cantores das canções

A Galinha Pintadinha
Os bonecos que tem vida
O mundo mágico do Bita
Patati e Patatá

Haja sorrisos pra sorrir
Haja amor pra partilhar
Eu sei que vou crescer
Com todos que cruzar

Eu sei que vou crescer
Rá, rá, rá, rá, rá

Eu nada sei

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